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William Bonner denuncia mulher que criou 23 fakes para ameaçá-lo

O LADO RUIM DA INTERNET

William Bonner denuncia mulher que criou 23 fakes para ameaçá-lo

Bonner relata que os xingamentos de uma pessoa identificada como Dani Silva surgiram desde o fim de seu casamento com Fátima Bernardes

O jornalista William Bonner utilizou seu perfil no Instagram para fazer uma mistura de reflexão, desabafo e denúncia contra uma seguidora que criou 23 perfis falsos para ofendê-lo.

Bonner relata que os xingamentos de uma pessoa identificada como Dani Silva surgiram desde o fim de seu casamento com Fátima Bernardes, há um ano e meio. Após utilizar a ferramenta de bloqueio, ele conta que ela sempre voltava, ofendendo também outros de seus seguidores.

“A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. […] Eu a bloqueio, e bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil para ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai [o pai de Bonner morreu em 2016]. É muito feio. É perverso. Doentio”, desabafou.

O apresentador ainda ressaltou estar preocupado com a criadora dos perfis: “Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço para comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua?”.

“A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão”, justificou-se.

Veja o desabafo de William Bonner no Instagram:

A pessoa me insulta desde o anúncio do fim de meu casamento, há ano e meio. Eu a bloqueio. A pessoa cria outro perfil. E insulta meus seguidores em comentários infantis, mas grosseiros. Eu bloqueio. A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. Alguns seguidores ficam horrorizados, envolvem-se em discussões, acabam sendo desrespeitados. Eu a bloqueio. E bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil pra ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai. É muito feio. É perverso. Doentio. Eu bloqueio mais uma vez. A vigésima-terceira, se não errei as contas. Talvez tenha sido a vigésima-nona. Mas compartilho uma preocupação. Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço pra comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua? Será que sou o único alvo da ira patológica dessa pessoa? Ou ela cria perfis fakes seguidamente pra perseguir outras? A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão, pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão entre os que acham que pra tudo existem limites. Ou deveriam existir. Segue o jogo.

 

A pessoa me insulta desde o anúncio do fim de meu casamento, há ano e meio. Eu a bloqueio. A pessoa cria outro perfil. E insulta meus seguidores em comentários infantis, mas grosseiros. Eu bloqueio. A pessoa cria outro perfil. Manifesta o desejo de que eu morra. E de forma lenta e dolorosa. Alguns seguidores ficam horrorizados, envolvem-se em discussões, acabam sendo desrespeitados. Eu a bloqueio. E bloquearei sempre. É do jogo. E a pessoa cria mais um perfil pra ultrapassar todos os limites, ao desrespeitar um registro da memória de meu pai. É muito feio. É perverso. Doentio. Eu bloqueio mais uma vez. A vigésima-terceira, se não errei as contas. Talvez tenha sido a vigésima-nona. Mas compartilho uma preocupação. Será que essa criatura tem alguma interação com seres humanos no mundo real? Ou se trata de alguém profundamente doente e só? Será que essa agressividade desmedida se esgotará sempre no ambiente caótico de um espaço pra comentários? Ou devo dar atenção à ameaça de me agredir fisicamente na rua? Será que sou o único alvo da ira patológica dessa pessoa? Ou ela cria perfis fakes seguidamente pra perseguir outras? A gente costuma acreditar que o desprezo é a arma adequada contra haters. Mas, hoje, ao me deparar com os comentários na foto de meu pai, essas questões todas ganharam dimensão, pra mim. E achei que talvez fosse o caso de provocar alguma reflexão entre os que acham que pra tudo existem limites. Ou deveriam existir. Segue o jogo.

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Com informações do O Tempo.



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