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Vítima de estupro coletivo no DF, menino de 12 anos volta para casa da mãe

A criança estava em um abrigo, em Brasília, desde a última terça-feira (9). De acordo com o conselheiro Hessley Santos, a mãe do menino mora em Santo Antônio do Descoberto (GO) e deve retomar a guarda do filho ainda nesta quinta-feira (11).

A criança vivia com a avó, em Santa Maria, há cerca de 6 meses. Nesse período, ele teria se envolvido com um grupo de traficantes da região do Condomínio Porto Rico e seria obrigado a vender drogas na rodoviária do Plano Piloto.

Segundo a polícia, o estupro coletivo ocorreu no fim de setembro e foi praticado por quatro pessoas: uma mulher de 21 anos que está presa, um homem que está foragido e duas adolescentes que foram apreendidas.

A mulher gravou imagens do crime. As cenas começaram a circular em redes sociais na última terça-feira (9). O menino aparece com roupas íntimas femininas, e um tecido ao redor do pescoço.

Conforme o Conselho Tutelar de Santa Maria Sul, ele era punido sempre que o grupo não “ficava satisfeito” com o resultado do tráfico de drogas. O conselheiro Hessley Santos disse que a criança passou por espancamentos e chegou a ser afogada em um córrego próximo ao condomínio.

A avó contou ao conselheiro que, por causa das drogas, não conseguia mais controlar o neto. Na escola, professores já haviam chamado o Conselho Tutelar por conta da “indisciplina” do aluno.

Hessley explicou que vai levar o menino para um exame toxicológico e uma avaliação psicológica. Depois, o caso passa a ser acompanhado pelo Conselho Tutelar de Santo Antônio do Descoberto (GO), onde a criança vai morar com a mãe.

Os crimes praticados contra o menino de 12 anos estão sendo investigados pela 33ª DP, de Santa Maria, no DF. O delegado-chefe, Rodrigo Têlho disse que o vídeo do estupro coletivo, que circula na internet, mostra o menino sendo constrangido e humilhado, mas não inclui cenas de abuso sexual.

No entanto, a mulher presa disse em depoimento que a criança já tinha sido estuprada pelo grupo em outras ocasiões, e que a prática do crime era “recorrente”. O próprio menino declarou que era vítima de abusos sexuais.

A criança passou por exames no Instituto Médico Legal (IML), mas o resultado é sigiloso. De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência registrada na delegacia inclui pelo menos quatro crimes: injúria, ameaça, lesão corporal e estupro de vulnerável.


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